Comunicação Disruptiva: melhor entender do que brigar com ela!

porAdilson Martins

Comunicação Disruptiva: melhor entender do que brigar com ela!

A cada temporada surgem novos termos, novos conceitos, novas formas de pensar e agir. Dentre tantas mudanças simultâneas que vivenciamos, talvez a mais importante que possibilitará o entendimento de todas as demais, seja a Comunicação. Num mundo adverso, com tantas línguas, culturas, costumes e neologismos, agora é a própria forma de se comunicar que sofre um impacto vertiginoso, chamada de Comunicação Disruptiva – canais, códigos, mensagem e, principalmente, remetente e destinatário enfrentam processo metamórfico de mudança.
É preciso colocar uma ordem neste caos e compreender por onde começar e com o que começar. Pois bem, vamos lá: a Comunicação, tão criticada por falhas, conflitos e problemas organizacionais e pessoais continua em evidência, mas ela continua sendo a solução. Sua falta, má interpretação e uso desestruturado é que provocam tantos desarranjos. E agora, para completar, surge a Comunicação Disruptiva!
Se tudo muda, é fundamental que a forma como se comuniquem também mude. Esta nova forma de nos comunicarmos eletronicamente, uso de termos das redes sociais e a substituição de diversos meios pelo Smartphone, especificamente, quebra os padrões tradicionais de comunicabilidade. O objetivo é a velocidade em se levar a mensagem, fazer entendido e tornar o feedback cada vez mais rápido. Alguns neoprofetas da ficção, como é o caso de Dan Brown em seu último livro “A Origem”, afirmam que o ser humano sofrerá nas próximas duas décadas uma transmutação, passando a ser híbrido, parte humano e parte eletrônico/virtual.
Se não podemos brigar com a evolução tecnológica, também não é possível brigar com a evolução da comunicação, que entremeia este processo de interação entre homem e máquina. A forma como chamamos um táxi (Uber), a maneira como assistimos a filmes (Netflix), o jeito como compramos uma viagem (Decolar) e como alugamos um hotel (Booking e Trivago), são exemplos de que precisamos aprender a conviver com o princípio anunciado de evoluções maiores. Estes atributos da Comunicação Disruptiva tendem a fazer parte cada vez mais de nosso cotidiano e que você pode saber mais: faça um forçamento conosco: http://adilsonmartins.com.br/contato/
A Comunicação Disruptiva então, traduzindo em miúdos, é a maneira mais eclética possível de se comunicar com serviços, pessoas e empresas. Utilizar as ferramentas disponíveis para esta interação é o desafio da atuação geração. Isso não para por aí, pois a recíproca também é verdadeira. Não entendeu? Então, já tentou ligar para o serviço 10315 da Vivo, por exemplo ou tentar mudar de plano na Sky? Quem fala com você? Hã? Então, é isso mesmo, a Inteligência Artificial também irá se comunicar conosco (máquina com ser humano) e por mais estranho que seja, precisamos encarar como normal o fato de um computador “compreender” os nossos comandos, verbalmente.
Se sua pergunta agora é: e eu com isso? Repense! As mudanças no ambiente exigem uma mudança no comportamento e compreender o contexto desta mudança e qual o nosso papel é determinante para sermos o protagonista ou eterno coadjuvante no processo de comunicação. Ela já foi neandertal, mas agora precisa ser disruptiva.
O assunto é longo, interessante e não é modismo, a Comunicação Disruptiva veio para ficar. Quer saber mais detalhes e aprender mais, contrate uma palestra e fique por dentro da nova onda transformacional da humanidade: A Comunicação Disruptiva frente às mudanças tecnológicas. Acesse agora e solicite uma proposta de nossa palestra: http://adilsonmartins.com.br/contato/

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