Categoria Artigos

porAdilson Martins

Encontre em si a resposta para o lado de fora

A saga humana encontra-se em passar uma vida inteira na busca por sentimentos que, na verdade, precisam ser organizados, conhecidos e explorados de dentro para fora. Explicarei…

Desde a antiguidade, renomados filósofos proclamavam “aos 4 ventos”, que a “felicidade é ter algo o que fazer, algo o que amar, algo o que esperar” (Aristóteles), ou ainda que “Algumas pessoas são tão pobres, que a única coisa que possuem é a riqueza” (Eclesiastes 5:10). É óbvio que dinheiro ajuda a realizar os nossos sonhos num mundo capitalista, rodeado de opções e valores que podem satisfazer-lhe desde a necessidade básica até a vaidade de comprar algo que não precisas, com um dinheiro que não tem só para mostrar para quem você não gosta!

No entanto, ainda há mais dentro de nós que a satisfação pelo dinheiro.

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porAdilson Martins

O Brasil tem solução?!

Acreditar que um país como o Brasil não tem solução, é como se especulasse que o homem jamais dominasse o fogo.

Nossa nação é considerada jovem diante de milenares culturas mundiais como a China, Japão e nações europeias. Conseguimos incorporar, inclusive, conhecimentos diversos, gestando multiculturas que vivem em harmonia religiosa. Somos exemplos de solidariedade e amparo aos nossos próximos quando somos chamados à causa – e mesmo assim ainda existem os que tiram proveito nesta hora.

O problema é que este “adolescente”, chamado Brasil, está passando por seu maior momento de mudança: a maturidade! Esta puberdade tem feito do nosso “moço”, um ser de imprudentes ações, repetidamente errôneas. Não consegue olhar para os anciãos (países mais velhos) e aprender com os erros deles.

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porAdilson Martins

Só compartilhamos aquilo que temos!

A moda agora é praticamente inserir o tal hastag (#) para tudo quanto é assunto, mesmo que não seja importante. Essa prática, para quem não conhece, visa sinalizar em formas de link “encontráveis” as principais palavras-chaves de determinado assunto.
Bom, até aí tudo bem! Mas existem pessoas que realmente não conseguem entender o real significado da palavra “compartilhar”. E também não farei pregação tradicionalista, moralista ou religiosa para definir este termo. Longe de mim, apesar de conhecer todos eles.
Para entender melhor o meu objetivo neste post, vou contar uma pequena história, que certamente já aconteceu com você:

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poradilsonmartins

Precisamos parar de correr atrás

É claro que você pode começar lendo os parágrafos iniciais deste artigo e perguntar-se: o que eu tenho a ver com isso? Sugiro que leia até o final, para obter a resposta aliado ao título!
Os latinos, em essência mais sublime os brasileiros, se utilizam do termo “estou correndo atrás” como se fosse um bordão de quem desponta no mercado, vive atarefado pelas rotinas ou assoberbado de atividades em sua mão de obra especializada. Na verdade, a proporcionalidade de distribuição deste tempo é aproximadamente: 75% com foco no passado, 20% com foco no futuro e apenas 5% com foco no presente, segundo o Prof. Luiz Sérgio Bueno de Mattos. De fato, a afirmação é uma verdade, quando não se planeja, não se consolida uma visão de futuro e principalmente é disciplinado no presente para alcançar os sonhos tão almejados. Coroado ainda pela máxima de Chico Xavier: se você não pode voltar ao passado e fazer um novo começo, mas pode começar agora e fazer um novo fim! Ler mais

poradilsonmartins

Ainda somos “Í­ndios”

Passados os áureos tempos da navegação e o “acidente” de errar as Índias e se chegar à Terra de Vera Cruz, a passividade humana presente nos silvícolas de terras tupiniquins permanece inalterado. Infelizmente, estes 516 anos (quase) ainda não foram suficientes para livrar algumas pessoas da mesquinheza de comportamento e a pobreza de espírito, alimentando-se do conhecimento e planejamento para um futuro de sucesso.
 
Começou errado! Vieram explorar as nossas terras, levar as nossas riquezas. Aprendemos rápido e o exemplo da política brasileira contemporânea não difere dos tempos rupestres, exceto pela proporcionalidade das riquezas que aumentou.
 
Mas, afinal, por que somos índios?
A passividade dos nativos à época era algo surpreendente: Ler mais