poradilsonmartins

Vamos continuar correndo atrás… até quando?

É claro que você pode começar lendo os parágrafos iniciais deste artigo e perguntar-se: o que eu tenho a ver com isso? Sugiro que leia até o final, para obter a resposta aliado ao título!
Os latinos, em essência mais sublime os brasileiros, se utilizam do termo “estou correndo atrás” como se fosse um bordão de quem desponta no mercado, vive atarefado pelas rotinas ou assoberbado de atividades em sua mão de obra especializada. Na verdade, a proporcionalidade de distribuição deste tempo é aproximadamente: 75% com foco no passado, 20% com foco no futuro e apenas 5% com foco no presente, segundo o Prof. Luiz Sérgio Bueno de Mattos. De fato, a afirmação é uma verdade, quando não se planeja, não se consolida uma visão de futuro e principalmente é disciplinado no presente para alcançar os sonhos tão almejados. Coroado ainda pela máxima de Chico Xavier: se você não pode voltar ao passado e fazer um novo começo, mas pode começar agora e fazer um novo fim! Ler mais

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Ainda somos “Í­ndios”

Passados os áureos tempos da navegação e o “acidente” de errar as Índias e se chegar à Terra de Vera Cruz, a passividade humana presente nos silvícolas de terras tupiniquins permanece inalterado. Infelizmente, estes 516 anos (quase) ainda não foram suficientes para livrar algumas pessoas da mesquinheza de comportamento e a pobreza de espírito, alimentando-se do conhecimento e planejamento para um futuro de sucesso.
 
Começou errado! Vieram explorar as nossas terras, levar as nossas riquezas. Aprendemos rápido e o exemplo da política brasileira contemporânea não difere dos tempos rupestres, exceto pela proporcionalidade das riquezas que aumentou.
 
Mas, afinal, por que somos índios?
A passividade dos nativos à época era algo surpreendente: Ler mais