porAdilson Martins

Indústria 4.0 – A revolução que começa por você!

Apesar da Quarta Revolução Industrial ter, conceitualmente, surgido na Alemanha e apontar para a integração tecnológica dos bens ativos, a máxima de que para a operacionalidade das máquinas o ser humano sempre precisará “apertar um botão”, permanece uma verdade. A implementação da tecnologia nesta nova era, que sai da Informática para a Informação, apenas fecha o ciclo que iniciou-se na terceira revolução em 1969, quando surgiram as máquinas capazes de processar informações, realizar cálculos e apresentar graficamente resultados em tempo recorde. O problema que é, de maneira geral, nos acostumamos a não sermos mais os protagonistas e permitir que a tecnologia tomasse a “nova cara” das gerações seguintes.

Ler mais

porAdilson Martins

Carreira: este plano é seu ou da empresa?

Muitos profissionais ainda vivem na dependência da vida marcada pela Geração X de que a empresa detém os direitos sobre a sua vida profissional. Buscam uma posição no mercado e esperam receber o seu salário no quinto dia útil, apoiar-se nos benefícios oferecidos para a sua família e um dia, quiçá se o governo ou a saúde permitir, aposentar-se.
Saiba que este pensar está mudando e é um amargo, mas necessária temática a ser debatida na contemporaneidade.  Ler mais

porAdilson Martins

Habilidades dos profissionais do futuro

Muito se fala, mas pouco objetivo são os textos encontrados hoje pela Internet, a respeito do futuro profissional.
Analisando as inteligências múltiplas de Howard Gardner, percebemos claramente que a informática, robótica e automação estão tomando conta de nosso espaço (ou seria nós que estamos permitindo essa tomada?).
De todas as 7 principais inteligências (Matemática, Linguística, Espacial, Musical, Psico-Motora, interpessoal e intrapessoal), apenas a interpessoal e intrapessoal “ainda” não sofrem com a modernidade tecnológica, de maneira direta.
Logo, ter consciência de que o sistema computacional é mais eficiente nas demais inteligências, nos dá um ganho para utilizar este sistema a nosso favor, inclusive com o investimento de mais tempo naquelas onde o ser humano ainda pode reinar: pessoas!
Agregando a este conhecimento as habilidades futuras (interpessoal e intrapessoal), destacamos a intrapessoal (autoconhecimento e autocontrole) como a base para o desenvolvimento das demais inteligências. Afinal, quem não se conhece, dificilmente conseguirá interagir de maneira eficaz com o mundo exterior.
Perceba ainda que, muitos “gênios” e profissionais diferenciados em diversas áreas possuem grandes lacunas existenciais quanto ao relacionamento intrapessoal (trabalho em equipe) ou aceitação de seus próprios defeitos. Afirmo ainda que muitas pessoas desconhecem o seu verdadeiro potencial e as suas reais qualidades pessoais e profissionais.
Portanto, agregado às inteligências intrínsecas ao ser humano (repito, por enquanto), destacamos ao profissional do futuro outras duas características essenciais: criatividade e informática.
Criatividade: o ser humano é o único capaz de conceber ideias e delas transformar em realidade aquilo que fora pensado. Seja para melhorar um produto, serviço ou processo, ou até mesmo para criar algo antes nunca utilizado – veja o exemplo do Smartphone, que há algum tempo não existia e hoje é quase uma extensão do corpo humano. Assim, podemos afirmar que todos nós somos criativos, pois pensamos, logo conseguimos imaginar. A dificuldade dos profissionais está em transformar este pensamento criativo em algo real, ou seja, inovar, fazer nascer em nosso mundo concreto o que fora abstratamente desenvolvido.
Informática: muito além do que navegar na internet, saber utilizar as redes sociais ou operar o pacote Office de um sistema, a informática exigirá do profissional do futuro conhecimentos básicos de programação, processamento e análise de resultados. Segundo a Code.org – instituição sem fins lucrativos, a expectativa é que em 2020 haverá uma demanda de 1,4 milhão de novos programadores, no entanto, apenas 400 mil estarão formados até então. Logo, em conta rápida, teremos apenas nos Estados Unidos mais de 1 milhão de vagas em aberto para esta área. E no Brasil? Provavelmente ainda mais, pois a formação de programadores é mais lenta e voltadas para jogos e fins menos industriais.
Dica dada! Agora, antes de precisar #correratrás, desenvolva estas habilidades e coloque-as em prática, se quiser ser um profissional com potencialidades empregatícias a médio prazo.

Ler mais

porAdilson Martins

Encontre em si a resposta para o lado de fora

A saga humana encontra-se em passar uma vida inteira na busca por sentimentos que, na verdade, precisam ser organizados, conhecidos e explorados de dentro para fora. Explicarei…

Desde a antiguidade, renomados filósofos proclamavam “aos 4 ventos”, que a “felicidade é ter algo o que fazer, algo o que amar, algo o que esperar” (Aristóteles), ou ainda que “Algumas pessoas são tão pobres, que a única coisa que possuem é a riqueza” (Eclesiastes 5:10). É óbvio que dinheiro ajuda a realizar os nossos sonhos num mundo capitalista, rodeado de opções e valores que podem satisfazer-lhe desde a necessidade básica até a vaidade de comprar algo que não precisas, com um dinheiro que não tem só para mostrar para quem você não gosta!

No entanto, ainda há mais dentro de nós que a satisfação pelo dinheiro.

Ler mais

porAdilson Martins

O Brasil tem solução?!

Acreditar que um país como o Brasil não tem solução, é como se especulasse que o homem jamais dominasse o fogo.

Nossa nação é considerada jovem diante de milenares culturas mundiais como a China, Japão e nações europeias. Conseguimos incorporar, inclusive, conhecimentos diversos, gestando multiculturas que vivem em harmonia religiosa. Somos exemplos de solidariedade e amparo aos nossos próximos quando somos chamados à causa – e mesmo assim ainda existem os que tiram proveito nesta hora.

O problema é que este “adolescente”, chamado Brasil, está passando por seu maior momento de mudança: a maturidade! Esta puberdade tem feito do nosso “moço”, um ser de imprudentes ações, repetidamente errôneas. Não consegue olhar para os anciãos (países mais velhos) e aprender com os erros deles.

Ler mais

porAdilson Martins

Só compartilhamos aquilo que temos!

A moda agora é praticamente inserir o tal hastag (#) para tudo quanto é assunto, mesmo que não seja importante. Essa prática, para quem não conhece, visa sinalizar em formas de link “encontráveis” as principais palavras-chaves de determinado assunto.
Bom, até aí tudo bem! Mas existem pessoas que realmente não conseguem entender o real significado da palavra “compartilhar”. E também não farei pregação tradicionalista, moralista ou religiosa para definir este termo. Longe de mim, apesar de conhecer todos eles.
Para entender melhor o meu objetivo neste post, vou contar uma pequena história, que certamente já aconteceu com você:

Ler mais