porAdilson Martins

O diferencial de um profissional de alta performance

Todos querem a glória do sucesso, mas poucos estão dispostos a “pagar” para alcançar o Everest do diferencial. Investir em leitura, estudos e desenvolver novas técnicas, metodologias e aplicar o seu esforço para resultados e conteúdos reconhecidos por outros profissionais requer horas valiosas do seu final de semana, daquele sono a mais e até mesmo abrir mão dos momentos de lazer.

Tão importante quanto a qualificação técnica, desenvolver-se no conhecimento científico e criar métodos de longeva aplicabilidade e utilidade para profissionais e empresa, se faz quanto ao comportamento de quem as desenvolve. Isso quer dizer: não adianta ser um gênio da descoberta neosecular se você não possui características mínimas de relacionamento interpessoal, comunicabilidade ou trabalho em equipe. Uma pérola dentro de uma ostra, será apenas uma raridade oculta. Saber apresentar-se e demonstrar o seu valor é uma habilidade especial de quem aspira reconhecimentos futuros, sem esquecer-se do valor da humildade.

Profissionais de alta performance conseguem, de maneira dedicada, especializar-se em sua área de atuação, mas também ampliar seu campo de visão e estudo para assuntos correlatos e contribuam direta e indiretamente para didatizar a complexidade de suas descobertas, seus pensamentos e seus resultados. Falar e ser entendido é tão importante quanto ter uma mente brilhante (voltemos ao caso da pérola).

Num mundo contemporâneo alardeado pela tecnologia, é essencial descobrir como os mínimos recursos, aplicativos e ferramentas podem nos auxiliar a transmitir a comunicação em algo que transforme o insano volume de informações gerado, em conhecimento útil e contributivo para a sociedade (civil e política). Amparar as vãs afirmações – do eu acho – por embasamentos sólidos amparados pela ciência é o que faz a diferença para o crescimento cultural de uma comunidade. As incertezas já fazem parte de nosso cotidiano, agora precisamos acertar mais, sabendo onde fica o norte e evitando a tentativa/erro como padrão.

Não menos importante, o fator tolerância, paciência e compreensão são características em extinção, mas que marcam positivamente àqueles que as praticam com compaixão. É preciso entender que toda essa volúpia pelo desenvolvimento, trabalho e expansão de nosso mundo é para tornarmos mais felizes, humanos, confortáveis e proporcionar a sensação de satisfação, mesmo sabendo que este colaborar durante hoje em média de 80 a 90 anos. Reconhecer os seus limites e aceitar feedbacks para melhorar, buscando lapidar-se nesta escultura que chama-se vida.

Parece contraditório, mas ser profissional de alta performance é ser especialista, mas também generalista; ter conhecimento para fazer a diferença na hora do jogo, mas saber jogar em equipe; ser hábil no trato com a tecnologia e explorar o seu potencial, mas não ser escravo dela e, por fim, compreender que é preciso deixar a sua marca para as gerações vindouras, ávidas por qualidade de vida, menos esforço braçal e mais desafio mental – claro, para aqueles que querem ter um diferencial dos profissional de sucesso!

Quer saber um pouco mais sobre este e outros temas, mantenha contato conosco: www.adilsonmartins.com.br

porAdilson Martins

A intolerância da Comunicação Interpessoal

O ser humano é o ÚNICO da raça animal capaz de comunicar-se com máxima riqueza de vocábulos, compreender e responder a este chamado. Mas, estamos perdendo a capacidade de exercitar esta dádiva, involuindo no processo de comunicação e tornando-nos mais animais que humanos.
A máxima de que “quando duas pessoas gritam, boca e ouvido estão próximos, mas os corações estão longe”, não é apenas uma romântica frase de pregação. É, na realidade, a dificuldade de compreensão da mensagem dos interlocutores. Não obstante, pessoas sincronizadas com a empatia da outra, apenas com um olhar, sussurro ou leitura labial são capazes de compreender todo o sentimento a ser transmitido.
A quantidade de informações que recebemos diariamente, quando não filtradas, tornam-se grande problema para o nosso processamento cerebral e ficamos sem “paciência” para escutar as pessoas próximas de nosso relacionamento, pessoal e/ou profissional. Passamos apenas a ouvi-las, o que é diferente, já que não damos importância, pois o nosso subconsciente considera apenas mais um blá-blá-blá do dia.
Essa comunicação piora quando partimos para a discussão natural de ideias, crenças e temas corriqueiros do cotidiano. Declarar qual é o seu candidato para Presidente resulta em rechaço, gozação e questionamentos das pessoas ao entorno. Até quem tem a mesma opinião que a sua se cala, para não fazer parte do time discriminado. Não podemos expressar mais qual o time favorito, pois todos tem apelidos, gafes ou algo que os denigra. Não é possível mais discordar do outro, sem animosidade.
A incansável Madre Teresa afirmava que “a primeira necessidade é comunicar-se”, Peter Drucker, o pai da administração moderna afirma que “o mais importante da comunicação é ouvir aquilo que não foi dito” e Sêneca (advogado, escritor e intelectual do Império Romano) afirmou que “se lhe oferecessem a Sabedoria com a condição de guardar apenas para si, sem comunicar a alguém, ele não quereria.” Todos estes avatares que viveram sobre a Terra compreenderam que a Comunicação é uma nobre forma de transmitir Conhecimento, de relacionar-se e transmitir Amor, de Evoluir.
Dentre tantas virtudes, a paciência e a tolerância são itens escassos no mercado da vida contemporânea, rifadas à pressa, à superficialidade e à justificativa (errônea) da falta de tempo. Vivem o tempo do Khronos, que são consumidos pela escassez, enquanto esquecem-se de viver o tempo do Kairós, que é a qualidade de tempo, onde passar horas ao lado da pessoa amada, curtir uma viagem ou saborear um bom prato jamais será perda de tempo.

porAdilson Martins

Tecnologia: usuário ou vítima? Você decide o seu futuro agora!

A chegada constante das tecnologias ao nosso alcance tem passado a sensação de normalidade temporária ao cotidiano de muitas pessoas, mas diante da primeira necessidade de interagir com esta tecnologia: pronto! Quem trava agora são os usuários, por não compreender a essência da Comunicação Disruptiva que move o mundo contemporâneo.
Segundo o site www.cbsi.net.br os Estados Unidos oferecem cerca de 20 mil vagas para brasileiros que possuem especialização em Mestrado ou Doutorado e atuam na área da Tecnologia da Informação e mais 65 mil vagas para outras modalidades. Este “lado da mesa” possibilita desenvolver o futuro breve que encontraremos desde indústrias até residências. Uma oportunidade rentável e de visibiidade diante grandes empresas multinacionais que investem muito no desenvolvimento de integrações tecnológicas.
Enquanto permanecermos “congelados” no status quo de nosso cotidiano, dos afazeres rotineiros, continuaremos achando que o tempo passa rápido e que “as coisas” mudam numa velocidade espantosa. É preciso sair deste mar de sufocamento diário para compreender como conseguiremos nadar em águas termais em médio prazo. Estudar e interagir com estas tecnologias é o primeiro passo a ser dado para definir qual o estilo profissional seremos em breve. Conhecer o mecanismo da Indústria 4.0 é fundamental.
A causa disso é o desenvolvimento progressivo da tecnologia (conectividade e velocidade de processamento) e softwares cada vez mais poderosos que respondem a resultados sem a necessidade da intervenção humana, agilizando processos e permitindo maior precisão na obtenção de decisões e retorno ao desenvolvimento de novos modelos. É um ciclo, cada vez mais rápido, então, quanto mais demoramos para entrar nesta espiral, mais “tonto” ficaremos para compreender a direção e alcançar as mudanças que já ocorreram.
A saída então não é permitir ser vítima da tecnologia! Busque treinamentos (hoje cada vez mais didáticos e eficazes), como o que é oferecido pelo nosso site: www.adilsonmartins.com.br/contato/, ler artigos sobre tecnologia e estar atualizado com as tecnologias gerais e, principalmente, com aquelas que fazem parte da minha área de especialização e profissão. Lembre-se: reclamar, apenas aumenta o seu tédio, portanto, invista em você e parta para a ação.
Se você buscar ser um profissional diferenciado, ganhar mais e aumentar a sua empregabilidade, estes são bons motivos para se dedicar a compreender as novas tecnologias à sua volta e como tirar delas bons resultados para você e as atividades que executa. Ficar parado é pedir para ficar para trás, afinal o mundo continua se movimentando.
Você pode ainda contratar uma Palestra para capacitar a sua equipe ou permitir que a sua empresa encontre o norte da Comunicação Disruptiva e da Indústria 4.0, contratando-nos através do link: http://adilsonmartins.com.br/contato/

porAdilson Martins

Comunicação Disruptiva: melhor entender do que brigar com ela!

A cada temporada surgem novos termos, novos conceitos, novas formas de pensar e agir. Dentre tantas mudanças simultâneas que vivenciamos, talvez a mais importante que possibilitará o entendimento de todas as demais, seja a Comunicação. Num mundo adverso, com tantas línguas, culturas, costumes e neologismos, agora é a própria forma de se comunicar que sofre um impacto vertiginoso, chamada de Comunicação Disruptiva – canais, códigos, mensagem e, principalmente, remetente e destinatário enfrentam processo metamórfico de mudança. Ler mais

porAdilson Martins

Indústria 4.0 – A revolução que começa por você!

Apesar da Quarta Revolução Industrial ter, conceitualmente, surgido na Alemanha e apontar para a integração tecnológica dos bens ativos, a máxima de que para a operacionalidade das máquinas o ser humano sempre precisará “apertar um botão”, permanece uma verdade. A implementação da tecnologia nesta nova era, que sai da Informática para a Informação, apenas fecha o ciclo que iniciou-se na terceira revolução em 1969, quando surgiram as máquinas capazes de processar informações, realizar cálculos e apresentar graficamente resultados em tempo recorde. O problema que é, de maneira geral, nos acostumamos a não sermos mais os protagonistas e permitir que a tecnologia tomasse a “nova cara” das gerações seguintes.

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porAdilson Martins

Carreira: este plano é seu ou da empresa?

Muitos profissionais ainda vivem na dependência da vida marcada pela Geração X de que a empresa detém os direitos sobre a sua vida profissional. Buscam uma posição no mercado e esperam receber o seu salário no quinto dia útil, apoiar-se nos benefícios oferecidos para a sua família e um dia, quiçá se o governo ou a saúde permitir, aposentar-se.
Saiba que este pensar está mudando e é um amargo, mas necessária temática a ser debatida na contemporaneidade.  Ler mais

porAdilson Martins

Habilidades dos profissionais do futuro

Muito se fala, mas pouco objetivo são os textos encontrados hoje pela Internet, a respeito do futuro profissional.
Analisando as inteligências múltiplas de Howard Gardner, percebemos claramente que a informática, robótica e automação estão tomando conta de nosso espaço (ou seria nós que estamos permitindo essa tomada?).
De todas as 7 principais inteligências (Matemática, Linguística, Espacial, Musical, Psico-Motora, interpessoal e intrapessoal), apenas a interpessoal e intrapessoal “ainda” não sofrem com a modernidade tecnológica, de maneira direta.
Logo, ter consciência de que o sistema computacional é mais eficiente nas demais inteligências, nos dá um ganho para utilizar este sistema a nosso favor, inclusive com o investimento de mais tempo naquelas onde o ser humano ainda pode reinar: pessoas!
Agregando a este conhecimento as habilidades futuras (interpessoal e intrapessoal), destacamos a intrapessoal (autoconhecimento e autocontrole) como a base para o desenvolvimento das demais inteligências. Afinal, quem não se conhece, dificilmente conseguirá interagir de maneira eficaz com o mundo exterior.
Perceba ainda que, muitos “gênios” e profissionais diferenciados em diversas áreas possuem grandes lacunas existenciais quanto ao relacionamento intrapessoal (trabalho em equipe) ou aceitação de seus próprios defeitos. Afirmo ainda que muitas pessoas desconhecem o seu verdadeiro potencial e as suas reais qualidades pessoais e profissionais.
Portanto, agregado às inteligências intrínsecas ao ser humano (repito, por enquanto), destacamos ao profissional do futuro outras duas características essenciais: criatividade e informática.
Criatividade: o ser humano é o único capaz de conceber ideias e delas transformar em realidade aquilo que fora pensado. Seja para melhorar um produto, serviço ou processo, ou até mesmo para criar algo antes nunca utilizado – veja o exemplo do Smartphone, que há algum tempo não existia e hoje é quase uma extensão do corpo humano. Assim, podemos afirmar que todos nós somos criativos, pois pensamos, logo conseguimos imaginar. A dificuldade dos profissionais está em transformar este pensamento criativo em algo real, ou seja, inovar, fazer nascer em nosso mundo concreto o que fora abstratamente desenvolvido.
Informática: muito além do que navegar na internet, saber utilizar as redes sociais ou operar o pacote Office de um sistema, a informática exigirá do profissional do futuro conhecimentos básicos de programação, processamento e análise de resultados. Segundo a Code.org – instituição sem fins lucrativos, a expectativa é que em 2020 haverá uma demanda de 1,4 milhão de novos programadores, no entanto, apenas 400 mil estarão formados até então. Logo, em conta rápida, teremos apenas nos Estados Unidos mais de 1 milhão de vagas em aberto para esta área. E no Brasil? Provavelmente ainda mais, pois a formação de programadores é mais lenta e voltadas para jogos e fins menos industriais.
Dica dada! Agora, antes de precisar #correratrás, desenvolva estas habilidades e coloque-as em prática, se quiser ser um profissional com potencialidades empregatícias a médio prazo.

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