porAdilson Martins

Falta de empatia: a frieza do caos contemporâneo

Nos idos tempos do ano 2001, o Jornalista Gilberto Dimenstein afirmara que o mal do século era o excesso de informações recebidas pelo ser humano. E não é que este “mal” cresceu mais?Receber uma batelada de informações, sem saber escolher dentre o universo frutífero de escritores, pensadores e pseudojornalistas que possuem o dom de transformar pesadelos da ficção em caos contemporâneo real ou maximizar uma “tempestade que inunda os copos d’água” das redações brasileiras, é tarefa árdua para quem ainda se arrisca a ler editoriais e/ou notícias de capa nos periódicos nacionais.Sabiamente, Mário Sérgio Cortella, professor, filósofo, palestrante e digno de alguns dezenas de adjetivos, declarou que diante o conceito de “navegar”, ou seja, buscar por novas terras, novos povos e novas culturas, hoje sinônimo de realizar buscas pela Internet, o ser humano acaba por “naufragar”, diante o mar de informações, sem saber quais terras, quais povos e quais culturas investigar para tornar essa informação, de fato, em conhecimento.Incrível como o lançamento de livros didáticos e literaturas fantásticas causam o fechamento de gigantes da indústria livreira, tornando à opção de sobrevivência o fornecimento de arquivos para leitores digitais (Kindles) ou ainda comércio pormenorizado financeiramente de PDFs para base de “copia e cola” dos espertos compositores de trabalhos acadêmicos/escolares. Mas, os sábios leitores ainda valorizam uma boa obra impressa, saboreando desde o cheio do papel, ao virar de uma página para inserção do marcador de leitura.O pior, é que este excesso de informação, não consegue gerar o conhecimento necessário na escala de aprendizagem (Nonaka e Takeushi), quiçá beirar à nobreza da sabedoria, que é colocar em prática o conhecimento a melhorar a vida de seu entorno social, escolar e familiar. Seria o mesmo que saber tanto que voltamos a descobrir que não sabemos nada? Espero que não seja bem assim! Lamentável ver alunos saindo da escola aos gritos, empurrando colegas e bradando palavras que no meu tempo eram (e ainda hoje é) abominareis, sem que as informações lhe formassem o conhecimento necessário para comportar-se como ser humano, como ser civilizado, como um ser evoluído.Um desafio se avizinha – silenciosamente: a Quarta Revolução Industrial. Com ela, a Inteligência Artificial promete transformar esses dados em informações úteis para tomada de decisão e num tom de submissão, o “conhecimento das máquinas” tornará o homem o seu seguidor-dependente se o homo-sapiens não aprender logo a interagir com a sua maior riqueza: a empatia – sentimento nobre de relacionamento interpessoal e intrapessoal (GARDNER, 1983).A frieza vista em noticiários sobre mortes, acidentes, catástrofes ou involução humana torna-se paisagem aos olhares urbanos, cheios de informação e vazios de empatia. Não há mais cultura de sentimento para refletir na simpatia, borbulham-se na antipatia, as pessoas passam a achar tudo chato, em meio a tantas opções, porque não sabem o que buscar, daí o naufrágio em sua psique, a perda de agentes motivadores internos e o pensamento de que “esse mundo não tem mais jeito”. Esta piscina de depressão está cheia de apatia, mas muito preferem afogar-se a alcançar a boia do amor, da compreensão, da tolerância, da paciência.Para sobreviver a este caos e potencializar as oportunidades pessoais e profissionais é preciso virar a chave do conhecimento intrapessoal, compreender o que há por trás da existência humana e saber posicionar-se para pescar a imensa torrente de conveniências que ainda existam e estão por vir. Como? Não achando tudo normal, sendo incansável na busca do conhecimento, pesquisa e acima de tudo, acreditar que o processo de lapidação do caráter humano é a razão maior de entregarmos ao nosso ente Criador, um espírito bem melhor daquele que foi concebido para evoluir, destacando-se frente ao tsunami de informações contemporâneas, sabendo extrair o néctar do saber e não sendo mais um na multidão a reclamar. A empatia é e será o poder diferenciador dos seres humanos que ainda acreditam que é possível existir felicidade neste mundo e harmonia entre os seres.

porAdilson Martins

A dificuldade em olhar para dentro de si!

Desde o nosso nascimento somos tocados pela curiosa fantasia do mundo exterior. Crescemos, estudamos e vivemos tentando compreender a imensidão de variedades, formas, cheiros e comportamentos que nos cerca. Uma odisseia em busca da compreensão de como as pessoas se comportam.

Para encontrar as melhores respostas, essa busca é uma experiência que não deve ser realizada de fora para dentro de nosso entendimento. Mas, de dentro para fora. Vamos explicar, calma…

Se você quiser compreender as demais pessoas, necessita compreender-se primeiro, entender quais são as suas virtudes, valores e forças que determinam o seu ser, quem faz de você o que você é hoje. As pessoas que não encontram essas âncoras, despencam no isolamento, solidão e encontram um poço profundo chamado depressão. Conhecer-se, inclusive nas suas limitações, desafios e saber com quem contar para enfrentá-los é o primeiro passo.

Estes saberes não são do século XXI. São milenares e para justificar este artigo, citaremos Sócrates que afirma: “conhece-te a ti mesmo e conhecereis o universo e aos deuses”. Mas, se você preferir uma palavra mais teológica, transcrita da Bíblia Sagrada, em Mateus 7:4-5 que diz “E como podes dizer a teu irmão: Permite-me remover o cisco do teu olho, quando há uma viga no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho, e então poderás ver com clareza para tirar o cisco do olho de teu irmão.”

Às afirmativas do parágrafo anterior, colaboram na resposta ao que estamos fazendo neste mundo: nos lapidando para tornarmos uma criatura melhor, semelhante ao criador, não em aparência, mas em retidão, caráter e amor.

Amar ao próximo é antes de tudo, amar a si próprio. Não é possível querer oferecer às pessoas aquilo que você não tem! Aprenda com a lição da norma aeronáutica: se ocorrer despressurização, cairão máscaras de oxigênio. Coloque-a primeiro em você e depois ajude a pessoa que está ao seu lado. Faça o contrário e você colocará a vida de ambos em perigo.

Tão importante quanto conhecer quais são os seus pontos a serem desenvolvidos é ter a humildade em querer desenvolvê-los. Aceitar que é preciso melhorar, mudar e buscar a evolução. Também é verdade quanto aos pontos fortes: não tenha vergonha, potencialize-os e faça dos seus talentos a alavança que o levará ao sucesso.

Quanto mais olhamos para dentro de nós, buscamos na autoconsciência as respostas de nossos problemas, meditamos, oramos e encontramos o autocontrole, mais força teremos para vencer os desafios externos. No entanto, a recíproca não é verdadeira. A felicidade do mundo é passageira e traz alegria passageira. A duradoura mesmo, permanece viva e queimando dentro de cada um que a vivenciou intensamente.

Comprovadamente: dinheiro não traz felicidade! Mas é claro que ajuda a conquistar bastante coisa para nos fazer feliz. Todavia, repito: se esta felicidade não se fizer de dentro para fora, não haverá dinheiro no mundo que lhe traga a alegria almejada. Por isso, valorize os momentos com quem ama, elogie francamente, perdoe-se mais, observe os detalhes que a natureza oferece gratuitamente, não coma apenas para satisfazer uma necessidade fisiológica, mas procure saborear o alimento, seu tempo, aroma e paladar único.

Deus não poderia ter encontrado outro lugar no mundo para fazer morada: distante de tudo e todos que não sabem o caminho para encontrá-lo, mas perto o suficiente para viver conosco o dia a dia e nos tornar a sua imagem e semelhança: abra o coração e encontre-o, junto com a sua felicidade e as suas realizações. Aí estará a sua inteligência intrapessoal.

Podemos ajudá-lo a desenvolver esta inteligência! Faça de sua equipe um time vencedor e mais produtivo. Mantenha contato conosco e saiba mais detalhes: http://adilsonmartins.com.br/contato/

porAdilson Martins

O diferencial de um profissional de alta performance

Todos querem a glória do sucesso, mas poucos estão dispostos a “pagar” para alcançar o Everest do diferencial. Investir em leitura, estudos e desenvolver novas técnicas, metodologias e aplicar o seu esforço para resultados e conteúdos reconhecidos por outros profissionais requer horas valiosas do seu final de semana, daquele sono a mais e até mesmo abrir mão dos momentos de lazer.

Tão importante quanto a qualificação técnica, desenvolver-se no conhecimento científico e criar métodos de longeva aplicabilidade e utilidade para profissionais e empresa, se faz quanto ao comportamento de quem as desenvolve. Isso quer dizer: não adianta ser um gênio da descoberta neosecular se você não possui características mínimas de relacionamento interpessoal, comunicabilidade ou trabalho em equipe. Uma pérola dentro de uma ostra, será apenas uma raridade oculta. Saber apresentar-se e demonstrar o seu valor é uma habilidade especial de quem aspira reconhecimentos futuros, sem esquecer-se do valor da humildade.

Profissionais de alta performance conseguem, de maneira dedicada, especializar-se em sua área de atuação, mas também ampliar seu campo de visão e estudo para assuntos correlatos e contribuam direta e indiretamente para didatizar a complexidade de suas descobertas, seus pensamentos e seus resultados. Falar e ser entendido é tão importante quanto ter uma mente brilhante (voltemos ao caso da pérola).

Num mundo contemporâneo alardeado pela tecnologia, é essencial descobrir como os mínimos recursos, aplicativos e ferramentas podem nos auxiliar a transmitir a comunicação em algo que transforme o insano volume de informações gerado, em conhecimento útil e contributivo para a sociedade (civil e política). Amparar as vãs afirmações – do eu acho – por embasamentos sólidos amparados pela ciência é o que faz a diferença para o crescimento cultural de uma comunidade. As incertezas já fazem parte de nosso cotidiano, agora precisamos acertar mais, sabendo onde fica o norte e evitando a tentativa/erro como padrão.

Não menos importante, o fator tolerância, paciência e compreensão são características em extinção, mas que marcam positivamente àqueles que as praticam com compaixão. É preciso entender que toda essa volúpia pelo desenvolvimento, trabalho e expansão de nosso mundo é para tornarmos mais felizes, humanos, confortáveis e proporcionar a sensação de satisfação, mesmo sabendo que este colaborar durante hoje em média de 80 a 90 anos. Reconhecer os seus limites e aceitar feedbacks para melhorar, buscando lapidar-se nesta escultura que chama-se vida.

Parece contraditório, mas ser profissional de alta performance é ser especialista, mas também generalista; ter conhecimento para fazer a diferença na hora do jogo, mas saber jogar em equipe; ser hábil no trato com a tecnologia e explorar o seu potencial, mas não ser escravo dela e, por fim, compreender que é preciso deixar a sua marca para as gerações vindouras, ávidas por qualidade de vida, menos esforço braçal e mais desafio mental – claro, para aqueles que querem ter um diferencial dos profissional de sucesso!

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porAdilson Martins

A intolerância da Comunicação Interpessoal

O ser humano é o ÚNICO da raça animal capaz de comunicar-se com máxima riqueza de vocábulos, compreender e responder a este chamado. Mas, estamos perdendo a capacidade de exercitar esta dádiva, involuindo no processo de comunicação e tornando-nos mais animais que humanos.
A máxima de que “quando duas pessoas gritam, boca e ouvido estão próximos, mas os corações estão longe”, não é apenas uma romântica frase de pregação. É, na realidade, a dificuldade de compreensão da mensagem dos interlocutores. Não obstante, pessoas sincronizadas com a empatia da outra, apenas com um olhar, sussurro ou leitura labial são capazes de compreender todo o sentimento a ser transmitido.
A quantidade de informações que recebemos diariamente, quando não filtradas, tornam-se grande problema para o nosso processamento cerebral e ficamos sem “paciência” para escutar as pessoas próximas de nosso relacionamento, pessoal e/ou profissional. Passamos apenas a ouvi-las, o que é diferente, já que não damos importância, pois o nosso subconsciente considera apenas mais um blá-blá-blá do dia.
Essa comunicação piora quando partimos para a discussão natural de ideias, crenças e temas corriqueiros do cotidiano. Declarar qual é o seu candidato para Presidente resulta em rechaço, gozação e questionamentos das pessoas ao entorno. Até quem tem a mesma opinião que a sua se cala, para não fazer parte do time discriminado. Não podemos expressar mais qual o time favorito, pois todos tem apelidos, gafes ou algo que os denigra. Não é possível mais discordar do outro, sem animosidade.
A incansável Madre Teresa afirmava que “a primeira necessidade é comunicar-se”, Peter Drucker, o pai da administração moderna afirma que “o mais importante da comunicação é ouvir aquilo que não foi dito” e Sêneca (advogado, escritor e intelectual do Império Romano) afirmou que “se lhe oferecessem a Sabedoria com a condição de guardar apenas para si, sem comunicar a alguém, ele não quereria.” Todos estes avatares que viveram sobre a Terra compreenderam que a Comunicação é uma nobre forma de transmitir Conhecimento, de relacionar-se e transmitir Amor, de Evoluir.
Dentre tantas virtudes, a paciência e a tolerância são itens escassos no mercado da vida contemporânea, rifadas à pressa, à superficialidade e à justificativa (errônea) da falta de tempo. Vivem o tempo do Khronos, que são consumidos pela escassez, enquanto esquecem-se de viver o tempo do Kairós, que é a qualidade de tempo, onde passar horas ao lado da pessoa amada, curtir uma viagem ou saborear um bom prato jamais será perda de tempo.

porAdilson Martins

Tecnologia: usuário ou vítima? Você decide o seu futuro agora!

A chegada constante das tecnologias ao nosso alcance tem passado a sensação de normalidade temporária ao cotidiano de muitas pessoas, mas diante da primeira necessidade de interagir com esta tecnologia: pronto! Quem trava agora são os usuários, por não compreender a essência da Comunicação Disruptiva que move o mundo contemporâneo.
Segundo o site www.cbsi.net.br os Estados Unidos oferecem cerca de 20 mil vagas para brasileiros que possuem especialização em Mestrado ou Doutorado e atuam na área da Tecnologia da Informação e mais 65 mil vagas para outras modalidades. Este “lado da mesa” possibilita desenvolver o futuro breve que encontraremos desde indústrias até residências. Uma oportunidade rentável e de visibiidade diante grandes empresas multinacionais que investem muito no desenvolvimento de integrações tecnológicas.
Enquanto permanecermos “congelados” no status quo de nosso cotidiano, dos afazeres rotineiros, continuaremos achando que o tempo passa rápido e que “as coisas” mudam numa velocidade espantosa. É preciso sair deste mar de sufocamento diário para compreender como conseguiremos nadar em águas termais em médio prazo. Estudar e interagir com estas tecnologias é o primeiro passo a ser dado para definir qual o estilo profissional seremos em breve. Conhecer o mecanismo da Indústria 4.0 é fundamental.
A causa disso é o desenvolvimento progressivo da tecnologia (conectividade e velocidade de processamento) e softwares cada vez mais poderosos que respondem a resultados sem a necessidade da intervenção humana, agilizando processos e permitindo maior precisão na obtenção de decisões e retorno ao desenvolvimento de novos modelos. É um ciclo, cada vez mais rápido, então, quanto mais demoramos para entrar nesta espiral, mais “tonto” ficaremos para compreender a direção e alcançar as mudanças que já ocorreram.
A saída então não é permitir ser vítima da tecnologia! Busque treinamentos (hoje cada vez mais didáticos e eficazes), como o que é oferecido pelo nosso site: www.adilsonmartins.com.br/contato/, ler artigos sobre tecnologia e estar atualizado com as tecnologias gerais e, principalmente, com aquelas que fazem parte da minha área de especialização e profissão. Lembre-se: reclamar, apenas aumenta o seu tédio, portanto, invista em você e parta para a ação.
Se você buscar ser um profissional diferenciado, ganhar mais e aumentar a sua empregabilidade, estes são bons motivos para se dedicar a compreender as novas tecnologias à sua volta e como tirar delas bons resultados para você e as atividades que executa. Ficar parado é pedir para ficar para trás, afinal o mundo continua se movimentando.
Você pode ainda contratar uma Palestra para capacitar a sua equipe ou permitir que a sua empresa encontre o norte da Comunicação Disruptiva e da Indústria 4.0, contratando-nos através do link: http://adilsonmartins.com.br/contato/

porAdilson Martins

Comunicação Disruptiva: melhor entender do que brigar com ela!

A cada temporada surgem novos termos, novos conceitos, novas formas de pensar e agir. Dentre tantas mudanças simultâneas que vivenciamos, talvez a mais importante que possibilitará o entendimento de todas as demais, seja a Comunicação. Num mundo adverso, com tantas línguas, culturas, costumes e neologismos, agora é a própria forma de se comunicar que sofre um impacto vertiginoso, chamada de Comunicação Disruptiva – canais, códigos, mensagem e, principalmente, remetente e destinatário enfrentam processo metamórfico de mudança. Ler mais

porAdilson Martins

Indústria 4.0 – A revolução que começa por você!

Apesar da Quarta Revolução Industrial ter, conceitualmente, surgido na Alemanha e apontar para a integração tecnológica dos bens ativos, a máxima de que para a operacionalidade das máquinas o ser humano sempre precisará “apertar um botão”, permanece uma verdade. A implementação da tecnologia nesta nova era, que sai da Informática para a Informação, apenas fecha o ciclo que iniciou-se na terceira revolução em 1969, quando surgiram as máquinas capazes de processar informações, realizar cálculos e apresentar graficamente resultados em tempo recorde. O problema que é, de maneira geral, nos acostumamos a não sermos mais os protagonistas e permitir que a tecnologia tomasse a “nova cara” das gerações seguintes.

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